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La Coctelera

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Faz muito tempo que eu não tenho colocado o que eu tenho escrito aqui, mas tenho muito para contar! Eu escrevo para esse blog em outros lugares, mas preciso colocar aqui mais freqüentemente...Sempre esqueço colocar no blog porque eu escrevo só uma parte e volto mais tarde para acabar. Eu nunca faço um blog completo completamente no mesmo momento! Mas, agora eu me lembro colocá-los!

            Então, fiz muitas coisas o mês passado. Acho que eu sinto mais ou menos completamente confortável agora, consigo falar com qualquer pessoa e entender quase tudo que meus professores querem dizer.

            Dia-a-dia, geralmente, eu vou à aula, almoço na universidade ou em minha casa, faço compras, leio e faço coisas em casa ou em Floripa perto do meu bairro. Mas, eu tenho viajado muito ultimamente então eu tenho bastante histórias que eu escrevi num documento de Word no meu computador. E agora vou botar aqui!

 

Então, em baixo são algumas histórias que eu tenho escrito (sempre esqueço colocar no blog!).

            Minha mãe brasileira mora sozinha com muitas pessoas. Eu e quatro outras meninas alugar quartos na casa dela, mas ela não tem família em casa, e ela sempre diz que ela é anti-social. Então, ela não tem muitas pessoas com quem ela pode falar. Eu vejo ela muito, porque meu quarto fica ao lado do quarto dela, e eu devo passar pela sala onde ela assiste a televisão quando eu chego ou saio.

A casa é tão bonita, muito aberta e grande. Eu consigo ver a universidade pela minha janela e tenho uma rede (hammock) a fora ao lado do meu quarto. Mas as coisas mais interessantes sobre esta casa são todas as coisas que eu aprendo quando eu falo com minha mãe brasileira. Geralmente, não como com ela e não faço outras coisas com ela, mas todo dia, eu falo com ela e ela me diz coisas bem interessantes! Acho que eu vou aprender mais nessas conversas do que eu vou aprender em minhas disciplinas!

Ela fala sobre qualquer coisa que ela tem pensado em ultimamente. Estou percebendo que ela tem muitas opiniões do Brasil, brasileiros, os Estados Unidos e a diferença entre seu pais e meu.

Ela acredita que a Condoleezza Rice se veste bem chique, ela falou comigo quando Charleton Heston morreu e ela sempre me conta histórias de quando ela esteve nos Estados Unidos para visitar uma amiga lá. Para ela, Atlanta é paraíso.

            Hoje ela estava falando sobre quando ela era criança, crescendo no Rio Grande do Sul. Ela ainda tem parentes lá, mas as histórias de hoje foram sobre antigamente. Sua família tinha uma pequena fazenda e os avós dela trabalhavam todos os dias para apoiar a fazenda e a família. Eles tinham vacas, um jardim para legumes, porcos, cabras, e mais. Ela me disse que a comida da época foi a melhor comida que eu poderia imaginar. Ela falou sobre os tamancos, um tipo de sapatos que ela usava. Ninguém pode procruar o mesmo tipo de sapatos hoje em dia porque a vida daquela época foi muito diferente. Nós falamos sobre a situação hoje com consumismo e capitalismo. Ela acredita que tudo é caro demais.

            Eu quero continuar de falar com ela. Espero que eu possa exprimir minhas idéias sobre as diferenças entre os Estados Unidos e aqui, porque eu acho que nós podemos aprender muito pelas conversas. Eu gosto do fato que eu moro com ela e eu tenho a vontade para ela me visita nos Estados Unidos quando eu estou lá.

O estudo Linguagem Cinematográfica por Marcel Martin é um resumo abrangente de cinema. Martin fala sobre o processo criativo para criar um filme e todos os termos que aplicam ao campo que ele acredita é uma arte. No primeiro capítulo, ele cita André Malraux que disse, “De qualquer forma, o cinema é um indústria.” Porém, no fim do livro, Martin conclui que, “De qualquer forma, ele é uma arte.” Ele defende o argumento que cinema é uma arte através seus definições do processo do cinema. Ele escreve sobre todos os elementos que fazem um filme e como as partes trabalham juntas para criar uma obra de arte. Martin acha que o mundo de um filme “sempre [é] o signo de algo mais, num certo grau”[1]. O cinema tenta de mostrar realidade, mas nunca poder ser realidade. Então, o cinema é uma arte que pode usar elementos como metáforas e símbolos para exprimir realidade e coisas além da realidade.

Cada capítulo do livro fala sobre um elemento diferente, mas a discussão de metáforas e símbolos foi uma das mais importantes temas no livro. Os dois criam o que o espectador recebe de um filme, e os dois afetam tudo do que o diretor quer dizer no seu filme.

            Martin dê esta definição de metáfora: “a justaposição por meio da montagem de duas imagens que, confrontadas na mente do espectador, irão produzir um choque psicológico, choque este que deve facilitar a percepção e a assimilação de uma idéia que o diretor quer exprimir pelo filme.”[2] Então, são as metáforas que exprimam as temas e a idéia de um filme. Quando duas imagens ficam juntos, elas sempre criam uma outra idéia. Só uma das imagens não terá significação, mas juntas, as duas têm e dão uma nova imagem na mente da audiência.

            No livro do Martin, um símbolo acontece quando a significação além de sua significação direta surge da imagem si mesmo (diferente do choque de duas imagens no caso duma metáfora). A significação criada terá “um valor maior e mais profundo”.[3] Como as metáforas, os símbolos exprimam uma idéia diferente do que a imagem ou um objeto têm a fora do contexto do filme. Martin escreve, “O processo normal do símbolo é sempre fazer surgir uma significação secundária e latente sob o conteúdo imediato e evidente da imagem.”[4]

No capítulo sobre montagem, Martin diz que isso é o elemento mais importante para recordar sobre o cinema, mas através o livro inteiro ele fala mais sobre o efeito e os sentimentos que o cinema dá ao espectador. Esses sentimentos nascem das metáforas e símbolos. Imagens entram em relação com o espectador e “a relativa liberdade de interpretação ao espectador reside no fato de que toda realidade, acontecimento ou gesto é símbolo—ou, mais precisamente, signo—em algum grau.”[5]Através as montagens, o espectador vê todas as imagens que criam metáforas e símbolos e isso cria o todo mundo do filme e o que o filme significa para todos os espectadores. Em minha opinião, são as metáforas e os símbolos que dão significação às montagens e também o filme inteiro.




[1] Martin, Marcel. Linguagem Cinematográfica. Tradução Paulo Neves; revisão técnica Sheila Schvartzman. Sau Paulo: Brasiliense, 2007. P. 18.

[2] Martin, Marcel. Linguagem Cinematográfica. Tradução Paulo Neves; revisão técnica Sheila Schvartzman. Sau Paulo: Brasiliense, 2007. P. 93.

[3] Martin, Marcel. Linguagem Cinematográfica. Tradução Paulo Neves; revisão técnica Sheila Schvartzman. Sau Paulo: Brasiliense, 2007. P. 98.

[4] Martin, Marcel. Linguagem Cinematográfica. Tradução Paulo Neves; revisão técnica Sheila Schvartzman. Sau Paulo: Brasiliense, 2007. P. 105.

[5] Martin, Marcel. Linguagem Cinematográfica. Tradução Paulo Neves; revisão técnica Sheila Schvartzman. Sau Paulo: Brasiliense, 2007. P. 92.


Água constitui um problema que se pode descobrir pelo todo mundo subdesenvolvido. O Brasil ainda está desenvolvendo, mas tem muito mais recursos de que paises no terceiro mundo têm. Então, acho que é muito interessante que uma cidade como Florianópolis ainda tem muitos problemas com o sistema de água. Florianópolis fica numa ilha e água circunda a cidade. Mas, no mesmo momento, todas as pessoas que moram na cidade não têm aceso à água pura. É um grande problema nas favelas da cidade, mas também em casas em geral. A distribuição de água é muito difícil para implementar em todos os morros e todas as ruas.

            O primeiro sistema de distribuição de água em Florianópolis foi implementado em 1910. Desde 1970 a cidade tem crescido rapidamente. “Entre 1980 e 2007, a população de Florianópolis mais que dobrou”[1]. Turismo é a base da economia em Florianópolis e a cidade tem ganhado muito atenção recentemente. Mais pessoas viajam para Florianópolis cada ano e todas as turistas criam mais pressão numa situação que já tem muito pressão. “O expressivo crescimento populacional a partir dos anos 70 e o desenvolvimento do turismo nas décadas subseqüentes determinaram considerável pressão na demanda por água”[2]

Florianópolis não pode fornecer todas as cidadãos próprias e todas as pessoas que moram nas favelas com água pura. Há várias problemas que proíbem distribuição total de água pura através da cidade. Poluição na água acontece em muitos cidades grandes e Florianópolis não é uma exceção. Nas favelas, o povo não tem um jeito para receber saneamento respeitável. “Dados do Sinduscon (entidade patronal da construção civil) apontam para a existência de 63 favelas em Florianópolis. A entidade estima que um terço dos moradores da capital viva em situação de risco”[3].

 

Eu acho que seria bem interessante para pesquisar a situação com a distribuição de água em Florianópolis hoje em dia. Estou interessada no que as pessoas que moram nos bairros acham sobre a situação e também eu queria falar com pessoas que trabalham ou que fazem pesquisa no campo. A distribuição de água pura é um dos mais importantes aspectos de desenvolvimento numa cidade que está crescendo. Florianópolis é muito interessante porque ela também tem o elemento do turismo e das outras pessoas que demandam água. Então, meu vídeo curto pode mostrar os sentimentos do povo e também inclui informação sobre o que a cidade está fazendo para melhorar o problema.




[1] Biondi, Antonio, Especial para o UOL em Florianópolis. “Crescimento e turismo desordenados ameaçam encantos de Floripa”. UOL Últimas Notícias. 01 Janeiro 2008. http://noticias.uol.com.br/ultnot/2008/01/25/ult23u1032.jhtm.

[2] Resumo do Diagnóstico do Abastecimento de Água e Esgotamento Sanitário de Florianópolis. CASAN. Saneamento Ambiental- Plano Diretor. Diagnóstico: Abastecimento de Água http://www.casan.com.br/docs/Diagnostico%20Agua%202007.pdf

[3] Biondi, Antonio, Especial para o UOL em Florianópolis. “Crescimento e turismo desordenados ameaçam encantos de Floripa”. UOL Últimas Notícias. 01 Janeiro 2008. http://noticias.uol.com.br/ultnot/2008/01/25/ult23u1032.jhtm.


aventuras...

Eu mencionei que eu já fiz algumas aventuras aqui em Floripa e quero falar mais sobre esse assunto...

Eu acho que os estudantes e pessoas em geral aqui são muito simpáticos. Eles querem me ajudar e falar comigo sobre o Brasil e os Estados Unidos. Mas, eu estou feliz que o programa dá "tutors"/amigos aos estudantes de intercâmbio. O Mateus é meu tutor e Italo é o tutor da Cassandra, minha amiga do Northwestern que está estudando aqui também. Os dois tutores têm oferecido ajuda com qualquer coisa e são muito prestativos. Mateus está tomando uma das minhas aulas, então eu posso falar com ele em aula. Ele me ajuda com o trabalho e ele me mostrou onde fica a sala para os estudantes da História.
O fim de semana passada, eu fui a uma festa de Design com Cassandra e Italo e os amigos dele. Foi muito muito interessante e eu aprendi muito sobre estudantes aqui e diferenças entre a cultura brasileira e a cultura nos Estudos Unidos. Algumas coisas são mesmas nos Estados Unidos, mas outras são muito diferente.
Acho que é bem interessante que há os mesmos tipos de pessoa aqui e nos Estados Unidos. Nas minhas aulas, eu percebo que há alguns que querem ajudar e falar comigo e alguns que são mais frio. Isso seria verdade numa universidade americana também. Há todos os estereótipos aqui. E os professores também-- meus professores do Cinema são os mesmos que eu tenho no departamento do Cinema em Northwestern. É engraçado para perceber enquanto estou escutando aos meus professores aqui. 
À festa do Design, havia todos os estereótipos dos jovens. Mas, eu gostei da festa porque foi uma aventura brasileira. Eu encontrei muitas pessoas. Uma moça foi a melhor amiga de nós porque ela nos protegeu! Ela queria que nós estávamos felizes. Acho que as festas parecem muito como festas nos Estados Unidos com uma exceção-- pessoas aqui podem ficar a uma festa até a manhã!
Sabado, fui à praia Jurerê com alguns estudantes americanos e nosso amigo brasileiro. Minha vida aqui é bem diferente da minha vida nos Estados Unidos. Lá, eu sempre tenho alguma coisa para fazer. Eu sempre tenho trabalho, coisas para ler e escrever. Mas aqui tem o sol! Todos os estudantes em Northwestern sempre estão estudando. Aqui, acho que estudantes sabem como viver bem. Eles vão a praia quando faz sol. Eu gosto disso!

Eu adoro Floripa. Em verdade, é a mais bonita cidade que eu tenho visto. Quando eu cheguei, tudo foi tão perfeito. Apesar do fato que o aeroporto perdeu minhas malas, eu não podia sentir mal porque eu estava no Brasil! E minha "host" mãe era simpática; eu sabia que tudo ia dar certo.

Minhas primeiras impressões do Brasil foram alguns macacos no meu quintal, uma manga que a Sonia (minha mãe brasiliera) me deu e a vista de minha casa. Eu posso ver UFSC e alguns morros pela minha janela. Eu quero subir um dos morros aqui para ver a toda cidade. E também, eu quero visitar as praias! Eu fui a uma praia com alguns estudantes americanos e brasileiros e foi uma aventura brasileira. Já fiz muitas aventuras, mas quero fazer mais! Todo dia eu estou aprendendo uma nova coisa. No fim do semestre, eu quero ser uma brasileira.